canais de venda

Eis um dos capítulos que mais interessam ao empreendedor: investir em novos canais de venda e ganhar dinheiro com a web

Muitos clientes que procuram a Penso Mídia, interessados em aproveitar as oportunidades trazidas pela Internet para crescer. Nutrem grandes expectativas sobre o poder da web para impulsionar os negócios. É por isso que entendo ser de natureza complicada de vender produtos e serviços  de comunicação online já que o argumento de venda não pode partir de algo que não existe

 E o que não existe? Não existe fórmula milagrosa, procedimentos automáticos, não existe chance de ganhar dinheiro com a  Internet sentado embaixo de um coqueiro. Existe, sim, a expertise para implantar as condições necessárias, existem critérios para agir dentro de ambientes virtuais. Existe, por fim, a inteligência e a capacidade de quem coordena os canais de venda de uma empresa para encontrar clientelas potenciais, entendê-las e oferecer algo que realmente elas procuram.

Cada macaco no seu galho

Pra começo de conversa, é preciso entender que os canais de venda na web tem sua natureza, seus limites e oportunidades. Vamos começar listando os principais e entendendo suas características:

Facebook: deve ser levado como um dos principais canais de relacionamento e de vendas de uma empresa. Há que se pensar de forma estratégica utilizando a fanpage e o perfil (lembre-se que, em tese, as normas do Facebook não permitem a criação de perfis “não humanos”)

Blog: Elemento essencial de atração de clientelas potenciais. A partir dele você pode utilizar sua expertise para atrair aquele cliente curioso,indeciso, que busca no Google mais informações sobre o que pretende comprar. Aqui a venda ganha um caráter consultivo, expandindo o papel do vendedor em um consultor apto a melhorar a experiência de consumo das pessoas.

Website/Loja Virtual: a triade redes sociais x blog x loja virtual é estratégica para o sucesso de qualquer negócio na Internet. O site deve ser preparado para oferecer segurança na compra, despertar o interesse visual do cliente. Deve também oferecer um mecanismo de busca eficiente e intuitivo. Tudo isso oferecendo integração com redes sociais e, se possível, um ambiente de cadastro para captar informações de seus clientes para futuras ações de marketing.

Pinterest: estejamos aqui, talvez, falando do futuro. É uma rede social relativamente nova, que tem crescido sua base de usuários de forma gradual. O funcionamento dela se distingue das demais por privilegiar quase que imagens em detrimento do texto. Também não é uma rede social personalista, baseada no perfil de pessoas. Para quem vende, é uma interessante oportunidade de investir na oferta criativa de produtos. Ou seja, nada daquela foto capenga. Invista em uma abordagem diferente neste ambiente. O mecanismo do pin funciona como aquelas tachinhas para colocar fotos num mural. A interface da rede permite que você organize coleções de “pins”, conforme o tipo de foto. Exemplo: fotos de estantes, capas de disco ou design criativo. Você pode puxar a foto diretamente de sua loja virtual, tornando-a um link para seu site. Por isso, invista na qualidade das suas fotos

O ponto negativo fica por conta da, ainda, baixa adesão de usuários brasileiros. Mas isso não impede que haja, da sua parte, um trabalho de divulgação e vendas. Busque segmentos de público diferenciados no Pinterest.

Sites de classificados: temos aqui outro polo atrator de clientelas. O papel que antes cabia aos jornais impressos, hoje fica por conta de sites como Mercado Livre, Buscapé e Que Barato. A grande vantagem deles está na visibilidade. São bem indexados pelo Google, possuem mecanismos de busca sofisticados, permitem criar um histórico da sua reputação (zele por ela).

São interessantes muito mais para produtos que serviços. Para prestadores de serviço, é melhor investir num portifólio de qualidade. Para varejistas, sem dúvida, é uma pedida interessante, desde que o custo-benefício valha a pena já que muitos cobram comissões.

Comunidades do Orkut: embora muita gente preconize a “morte” do Orkut, ele continua vivo, e muito vivo.  Ainda há comunidades vibrantes, cheias de gente discutindo sobre os mais variados temas e que terão, certamente, continuidade após a iminente migração para o Google +. São pessoas discutindo, precisando de informação, carentes muitas vezes de algo que você pode oferecer. Porquê não se enturmar nessas “rodinhas” de conversa?

E-mails marketing:  certamente um dos canais menos eficazes, pelo desgaste causado pelos chamados spammers ao longo da história da Internet. Mas isso não significa que ele não possa ser usada. Apenas sugiro o uso criterioso desse canal, segmentando a mensagem, investindo em um determinado nicho de público e, claro, sempre dando preferência para usuários que realmente se cadastraram para receber seus e-mails.

 Por onde eu começo?

A primeira coisa a fazer depois de escolher os canais mais adequados é atribuir funções a cada um deles. Estipule, logo de cara, o Facebook como o principal canal de relacionamento de sua empresa. É dele que deve partir as principais iniciativas.

Procure refletir sobre o que escrevi logo acima e tente encaixar a natureza de cada canal às necessidades comerciais da sua empresa. Certamente, cada um pode dar sua contribuição.

Depois disso, estipule um cronograma semanal de ações. Isso mesmo, monte uma grade de horários de interação para cada um deles, observando sempre os momentos de maior audiência de cada canal. Ter essa disciplina será fundamental para obter êxito nesta empreitada.

Dedicação ‘fulltime’ aos canais de venda

Monitorar e interagir com mídias sociais deixou de ser tarefa para aquele seu priminho esperto, que adora mexer na pc. É preciso profissionalizar a estrutura para obter resultados. Selecione e capacite um profissional da sua empresa para dedicar-se fulltime a essa empreitada. E acredite: há trabalho de sobra para preencher um dia à frente das mídias sociais.

E se eu não tiver esse profissional?

 Contrate uma empresa que realmente entenda desse riscado. Nós da Penso Mídia estamos diariamente atentos ao comportamento do usuários de Internet e as novas formas de organização em rede. Estamos prontos para ajudá-lo(a). ;-)

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